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Governo Tarcísio rebate acusações de adulteração de provas em operação que mira produtora do filme 'Dark Horse'

Secretaria da Segurança Pública afirma que os 27 aparelhos apreendidos foram lacrados pela Polícia Civil nos próprios locais das buscas, sempre na presença de testemunhas.

Governo Tarcísio rebate acusações de adulteração de provas em operação que mira produtora do filme 'Dark Horse'

Resposta oficial após questionamentos sobre a integridade das apreensões

A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) veio a público negar, de forma categórica, qualquer irregularidade na forma como os materiais recolhidos durante uma operação policial foram lacrados. A declaração surge depois de surgirem questionamentos sobre possíveis falhas na vedação dos equipamentos apreendidos.

Segundo a pasta, não houve violação dos lacres dos aparelhos eletrônicos reunidos durante as diligências. O órgão detalhou que os 27 dispositivos mencionados foram selados pela própria Polícia Civil ainda nos endereços onde ocorreram as apreensões, com o acompanhamento de test testemunhas — procedimento previsto para garantir a lisura da prova.

Entenda o caso

A ação policial cumpriu mandados de busca e apreensão em imóveis vinculados à empresária Karina Ferreira da Gama, apontada como produtora do longa-metragem Dark Horse. Durante o cumprimento das ordens judiciais, diversos equipamentos foram recolhidos pelas equipes.

Imagens divulgadas posteriormente mostravam aparelhos cujos lacres aparentavam estar mal fechados, o que alimentou a controvérsia sobre a cadeia de custódia do material apreendido.

O que diz a Secretaria

Em nota, a SSP sustentou que todos os trâmites foram seguidos corretamente:

A defesa da empresária e os demais envolvidos ainda não se manifestaram de forma detalhada sobre a resposta do governo estadual. O caso segue em apuração, e a discussão sobre a validade das provas recolhidas pode ter desdobramentos nas próximas etapas do processo.

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