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CNA · G. Rok ·

Cingapura aperta regras de reciclagem e varejistas correm para adequar bebidas

Com o fim do período de transição do esquema de devolução de embalagens, lojas pequenas buscam prorrogações enquanto importadores reavaliam produtos nichados.

Cingapura aperta regras de reciclagem e varejistas correm para adequar bebidas

Corrida contra o prazo em Cingapura

A partir de 1º de outubro, o esquema nacional de devolução de embalagens de bebidas (BCRS) entra em vigor pleno em Cingapura. Varejistas agora precisam retirar das prateleiras os produtos sem o selo obrigatório de depósito, sob risco de penalidades.

Apesar dos seis meses de transição e de promoções agressivas, muitos estabelecimentos menores não conseguiram esvaziar o estoque a tempo.

Adesão ao período de tolerância

Mais de dois mil comerciantes, sobretudo minimercados e quitandas de bairro, solicitaram um mês extra de carência junto à Agência Nacional do Meio Ambiente (NEA). Até o momento, 85% dos pedidos já analisados foram aprovados.

As grandes redes de supermercados concluíram a troca de mercadorias, mas lojas de bairro ainda aplicam adesivos manualmente ou oferecem descontos de até 60% para liquidar itens antigos.

Impacto em diferentes segmentos

Desafios para importadores

Empresas que trazem cervejas artesanais e bebidas sem álcool relatam aumento de custos e burocracia. O registro de cada novo sabor exige fotos, pesagem e aprovação prévia, o que dificulta testes de mercado e eleva o preço final ao consumidor.

Objetivo do programa

O BCRS cobra 10 centavos de dólar de depósito reembolsável por embalagem de metal ou plástico. O consumidor recupera o valor ao devolver o recipiente em máquinas automáticas espalhadas pela cidade. O selo visível indica que o produto participa do sistema.

Comerciantes que ainda possuem estoque sem marca têm até 31 de outubro para regularizar a situação, desde que tenham obtido a extensão autorizada pela NEA.

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