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Corrida pelo governo de SP: Quaest mostra Tarcísio à frente e Haddad na segunda posição

Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.800 eleitores e aponta o governador Tarcísio de Freitas com 42%, contra 27% de Fernando Haddad. Margem de erro é de 2 pontos.

Corrida pelo governo de SP: Quaest mostra Tarcísio à frente e Haddad na segunda posição

Vantagem de 15 pontos na disputa paulista

O cenário eleitoral em São Paulo começa a ganhar contornos mais definidos. Pesquisa Quaest encomendada pela Globo e divulgada nesta terça-feira coloca o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que busca a reeleição, com 42% das intenções de voto. Na sequência aparece Fernando Haddad (PT), com 27%.

A diferença entre os dois pré-candidatos é de 15 pontos percentuais, considerando os números brutos do levantamento.

Como foi feita a pesquisa

O estudo ouviu 1.800 pessoas de 16 anos ou mais em território paulista. O trabalho de campo foi realizado entre os dias 4 e 7 deste mês, antes da divulgação dos resultados.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o que significa que os percentuais apresentados podem oscilar dentro dessa faixa.

O peso do cenário nacional

A eleição em São Paulo costuma funcionar como termômetro para a disputa presidencial, e não é diferente nesta rodada. O estado concentra o maior colégio eleitoral do país, o que transforma cada movimento dos pré-candidatos em sinal relevante para as articulações em Brasília.

Tarcísio tenta consolidar a imagem de gestão e ampliar a base de apoio em um estado onde o campo bolsonarista tem força. Haddad, por sua vez, aposta na máquina petista e no recall de sua passagem pela prefeitura da capital para tentar reduzir a distância.

O que os números indicam

Um placar de 42% a 27% sugere que, neste momento, o governador mantém folga confortável e evita um cenário de segundo turno apertado. Ainda assim, pesquisas são fotografias de um instante: a corrida oficial só começa em 2026, e o tabuleiro pode mudar conforme alianças sejam fechadas e outros nomes entrem — ou saiam — da disputa.

Vale lembrar que levantamentos eleitorais medem a intenção de voto no momento da coleta e não funcionam como previsão de resultado. Oscilações dentro da margem de erro, mudanças no humor do eleitorado e o impacto de fatos novos ao longo da campanha costumam redesenhar os percentuais.

Próximos passos

A tendência é que novas rodadas de pesquisa sejam divulgadas nos próximos meses, permitindo acompanhar se a vantagem do governador se mantém estável ou se encolhe diante do avanço dos adversários. Para ambos os lados, o desafio é transformar reconhecimento em voto consolidado até a disputa oficial.

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